
Vinte e sete pessoas eram mantidas reféns no presídio Bangu 3, na zona oeste do Rio.
Em novembro de 2001, cheguei à TV Globo.
Nunca tinha feito televisão. Nunca tinha pensado em ser repórter de TV. Fiz jornalismo para, um dia quem sabe, escrever reportagens para revistas femininas que tanto lia.
Depois de três anos, entre estágio e contratação na Rádio CBN, fui convidada para um teste na emissora. Aceitei o desafio embalada pela curiosidade.
Durante um mês, fui avaliada pela direção.
Lembro do dia em que recebi a notícia na sala do então chefe Cesar Seabra:
_Você será nossa nova repórter. Começa amanhã.
Gelei.
Naquele momento, fiz apenas um pedido:
_ Por favor, não me ponha ao vivo na primeira semana. Acho que ainda não estou preparada.
Apesar de fazer entradas ao vivo diariamente no Rádio, tinha paúra de imaginar fazê-lo na televisão. No segundo dia, uma terça-feira, minha equipe foi deslocada para Bangu.
A missão seria dar apoio a outra equipe que acompanhava desde cedo a situação.
O presídio estava em guerra. Do lado de fora, ouvíamos os tiros. Patrulhas e ambulâncias entravam e saíam.
Anoiteceu. Tudo parecia estar controlado. O repórter André Luiz Azevedo, um dos mais competentes da casa, decidiu voltar para a redação, na zona sul, e escrever a matéria.
Eu fiquei em Bangu de plantão por ordem da chefia.
Vinte minutos depois, ouvimos uma explosão. Vimos de longe o clarão das chamas.
Liguei para a redação. Avisei que a rebelião tinha se agravado.
Soube então que teria que atualizar as informações ao vivo no Jornal da Globo.
Não haveria tempo para mandar outro repórter para Bangu.
Gelei.
Para acalmar os nervos, fui me maquiar dentro do carro.
Entre as pinceladas de blush, memórias de uma estudante.
Tinha me preparado tanto para aquele dia e agora precisava botar em prática o que aprendi.
Tinha me preparado tanto para aquele dia e agora precisava botar em prática o que aprendi.
Liguei para meu pai avisando sobre a minha estréia na TV.
Ele percebeu meu nervosismo e ficou mais tenso que eu.
Meu pai sempre assistiu aos telejornais da Globo. Imagina ver a filha ao vivo na telinha de casa?
_Mariana, você não é obrigada a fazer isso. Se quiser, vou te buscar aí.
Desliguei às gargalhadas. Deve ser mesmo difícil ver os filhos crescerem.
Decidi focar no ensinamento de Leda Nagle, minha professora na Faculdade:
"Quando falar para a câmera, não pense nos milhares de telespectadores. Pense que está contando um caso para uma pessoa querida".
Chegou a hora. William Waack apresentava o Jornal naquela noite.
Suava muito. As mãos tremiam. Estava escuro na rua e quando a luz do refletor da equipe foi acesa pelo operador, formou-se uma nuvem de mosquitos entorno da lâmpada.
O voo dos insetos me relaxou de certa forma.
Quando o apresentador chamou meu nome, com sotaque alemão, olhei para a lente e visualizei o rosto da minha avó. Me pus a falar para ela. Um pouco rápido, é verdade. Queria me livrar daquele momento.
Os olhos estavam arregalados e o corpo, duro feito um poste. Foram trinta segundos de informação. Eternidade para uma iniciante em rede nacional.
Por fim, deu tudo certo. Não estourei o tempo programado, não tropecei nas palavras.
Depois de dizer, "voltamos ao estúdio", me senti cruzando a linha de chegada da maratona.
Era tanta satisfação que tenho certeza que venci a corrida imaginária.
O telefone não parou mais de tocar.
Me pai, feliz. Amigos emocionados, professores orgulhosos e o chefe aliviado... Um homem de visão e coragem, eu diria.
E veio a ligação mais importante da noite:
_ Você estava magnífica! Tão natural que parecia estar falando comigo aqui na sala.
Palavras estimulantes da minha avó ao telefone...
:)
ResponderExcluirQ lindo Mariana!!! Adoro seu trabalho!
ResponderExcluirQue lindo, heheh...
ResponderExcluirImagino que o nervosismo absurdo deva ter passado, né? Mas ainda existe um frio na barriga toda vez que entra ao vivo, Mariana? Ou depois de tantos e tantos links você já se sente tão natural no video quanto no cotidiano?
Nossa Mariana! Que história linda!
ResponderExcluirA sua avó te ligou sem saber que você estava pensando nela!
muito, muito foda!
mas vem cá, se você estreou na globo em 2001, e antes disso ficou 3 anos na cbn, você entrou pra faculdade com 12 anos?
Nossa!!! Lindo!! Fiquei emocionada... Parabéns!
ResponderExcluirque bacana, você ainda tem isso gravado pra ficar de recordação?
ResponderExcluirQue lindo !! Mais lindo foi sua avó te ligando !
ResponderExcluirParabens pelo seu trabalho.
Que fofa a sua avó! hahaha Nas aulas de tele, eu entro em transe na frente das câmeras. Não vejo câmera, não vejo o câmera-man, não vejo ninguém ao redor, nem penso em ninguém também, fico com medo de esquecer o texto. hahaha
ResponderExcluirTeve uma prova que era para fingir que era ao vivo, então não podia errar e, se errasse, era para pedir perdão e continuar (bem, você sabe como funciona melhor do que eu). Uma das frases era mais ou menos assim: "A senhora foi atacada por três cães...." Algo do tipo. Eu troquei - inexplicavelmente - cães por fães. Foi hilário.
Ai, me deu saudade da minha avó que tá no céu... Faz isso comigo não. Vc é brilhante!
ResponderExcluirE cadê o link com o vídeo? Aguçou nossa curiosidade...
ResponderExcluirMariana, cada dia fico mais fã seu! Cada dia me emociono mais com seus textos!! A cada dia, vou admirando vc mais e mais, para tentar chegar onde vc chegou! ser jornalista não é fácil, um dia, ainda irei passar por coisas parecidas como essa deste texto.
ResponderExcluirÉ em vc, nosso querido tio Willian Bonner, uma jornalista da afiliada da TV Globo na minha região, e muitos outros excelentes jornalistas que estão presentes em nosso país que me inspiro e tento, forte, ser jornalista!!
Abraços e continue escrevendo e alimentando nossas mentes de imaginações sobre seus textos!
Mariana, adoro a forma como relata suas experiências. Parece que acompanhamos de perto o que aconteceu. É uma boa dica para quem quer seguir em TV e também terá que passar por essas situações de "frio na barriga".
ResponderExcluirParabéns!
Beijos
Ariane Locatelli
Conexão familiar é uma coisa muito séria mesmo, Mariana. Adorei o relato. Sobretudo a parte da vovó... Parabéns pelo teu trabalho!
ResponderExcluirVocê é a minha Vanda, sabia! (a de Budapeste, de Chico Buarque)
ResponderExcluirMuito lindo!! parabéns!! Avós são tudo de bom!!
ResponderExcluirMeu Deus! Agora que reparei! O Bigode azul já foi o seu papagaio de pirata!! Esse cara é uma lenda urbana!!
Nossa, Gross! Que coisa mais linda! rs Andei um tempo sem passar por aqui, mas quando passo é sempre um prazer enorme!
ResponderExcluirPedido de fã (rsrs): Você podia colocar fotos da sua infância para a gente veeer! Você devia ser uma criança fofa!
Bjo
Mariana...
ResponderExcluirsempre leio seus postes, mas esse eu tive que comentar, até mesmo porque me fez lembrar de uma situação com você, onde até então não te conhecia nem ao vivo, nem na tv! Isso foi no tempo que rodava pela cidade a urna do RJTV, maravilha do Rio, e você passou no meu bairro. Nessa você me chamou atenção pela a concentração que estava entre a confusão de uma chamado para o globo cidade, nisso eu ficava observando toda a preparação e espectativas de uma entrada ao vivo na TV - sempre tive essa fixação por bastidores. Mas o mais engraçado foi quando resolvi pegar um papel e caneta e te dar para autografar, nunca fui disso, mas eu queria ver a sua reação. Ao me aproximar com a atitude de pedir, reparei que se aglomerou várias pessoas com o mesmo propósito, nessa você se assustou e perguntou para mim e aos outros ao redor: "Para que isso? Gente, eu não sou artista! Isso é sério mesmo?" Em meio a risadas e com um parecer de surpresa com o que estava acontecendo! Achei muito engraçado a sua reação, a partir daí comecei a acompanhar e reparar quando era você na tv, com aquele profissionalismo que tinha visto de uma pessoa concentrada para entrar ao vivo. E por observação, vi o seu comentário no twitter que já são mais de 4000 seguidores e por saber, fiz parte dos seus 150 primeiros seguidores desde o dia 1º de maio (td bem, eu só lempro pq foi feriado..rsrs)...Mas é isso, fica aqui um poste de mais 1 admirador do seu trabalho! Grande Abraço
Muito show Mariana. E essa tensão, esse nervosismo que me atraíram para o jornalismo e mais tarde para a pós em tele.
ResponderExcluirParabéns! Que Deus te abençoe sempre.
Roberta Marassi
Que lindo!
ResponderExcluirA fala da sua avó foi muito fofa. Eu sei que sou suspeita para falar, mas você é a melhor repórter da tv. Sem dúvida.
Ah! Adorei essa foto! Vocês tem uma paciência admirável. O mais engraçado é que sempre tem um olhando para o relógio. hahahahaha
Beijo Mari.
Imagino a sua tensão, mas ainda bem que tudo deu certo! Agora vc encanta sem nenhuma preocupação nossa Tv!
ResponderExcluirBeijo!
Vovós são fofas! Agora que sou uma delas, vejo como a entrega é farta de nossa parte.
ResponderExcluirMari, sempre gostei de trabalhar com vc. Todos os problemas da extinta SERLA - canal do Jardim de Alah, lagoa Rodrigo de Freitas, entre outros - eram expostos com rigor em suas matérias.
Como assessora de imprensa do órgão, eu sabia que medidas benéficas surgiriam a partir de então.
Vc é uma repórter vigorosa, embora tenha um rostinho angelical.
Beijos!
"Quando o apresentador chamou meu nome com sotaque alemão, olhei para a lente e visualizei o rosto da minha avó. Me pus a falar para ela. Um pouco rápido, é verdade. Queria me livrar daquele momento."
ResponderExcluirNeste trecho cabe o texto inteiro, Mariana. Você consegue inverter a rota literária: passa do audiovisual para o escrito. Transforma imagens concretas em abstratas. Parabéns, me orgulho muito em poder acompanhar esse seu(outro) talento.
Beijo
o texto é ótimo, os posts acima já falam por mim.O fato em si tambem é muito bom, o orgulho que as pessoas que a gente mais ama tem pela gente não tem preço. Mas mudando um pouco o foco, eu sempre quis saber dessas pessoas atrás de você na foto.São sempre as mesmas! Como elas conseguem?rs
ResponderExcluirLidiane
Oi Mariana! Não por nada não, mas acho que vi essa sua reportagem, kkkkkkkk, seu rostinho não me é estranho, certamente seu eu não tivesse feito enfermagem teria feito jornalismo, é muito massa!!! Aqui na minha cidade temos uma afiliada da Rede Globo, a RBS TV, e é super legal pois eles sempre procuram estar perto da gente, da comunidade, aqui o povo não pode ver uma câmera que jáh saí correndo para aparecer na TV, kkkkkk. Muito legal seu trabalho, admiro bastante!!! Bjsss e sucesso sempre!!!!
ResponderExcluirLady ,adorei o texto até me emocionei,me imaginei na cena,pois tbm sou jornalista diplomada e sempre fiz matérias pra faculdade,mas ainda não tive o prazer de fazer uma reportagem profissional,só fiz um pouko de radio,e minha mãe tbm ficou emocionada com minha estreia,espero minha estreiana Tv tbm...Bjão te admiro muito já sabe né!
ResponderExcluirQue demais, me fez lembrar da minha primeira vez na TV também, em que me jogaram na Câmara Municipal de Niterói. Eu estava tão nervoso e falei tão rápido no microfone, que parecia que eu estava narrando corrida de cavalo. O editor teve muito trabalho nesse dia, rsrs. Agora depois de uma certa experiência, criei um blog jornalístico com os colegas de faculdade. Meu nome é Marcelo Mesquita e são profissionais como você que fazem de estudantes como eu sonhar ainda mais com o sucesso que a profissão de jornalista dá para aqueles que a agarram com paixão. Obrigado Mariana.
ResponderExcluirhttp://duo-postal.blogspot.com
Oi Mariana,
ResponderExcluirA cumplicidade familiar falou mais alto nesse momento, era uma corrente de energia positiva para que tudo desse certo, que tudo conspirou a favor. É nessas horas que sabemos que a família é nosso maior tesouro.
Parabéns pela família, pela avó.
E feliz das pessoas que podem conviver com os avós!!
Bjs.
Márcia
Owntt! *--* Que historia mais linda...
ResponderExcluirParabénsss Mari! Adoro seus textos e admiro muito seu trabalho..hehe! ADORO VC....
Beijossss
Isto é o que eu chamo "debutar em grande estilo". Valeu Mariana. Muito legal!!!
ResponderExcluirMariana, aqui em casa vc é chamada de Bonequinha...
ResponderExcluirEu tenho uma raiva desses papagaios de piratas...
Nossa se a gente que não tem vinculo familiar se emociona c/ a historia imagina a família que viveu td esse momento especial
Mariana, muito bacana o seu blog. Show. Vou passar a seguir agora.
ResponderExcluirAdorei a história, cai aqui no seu blog por acaso e como futura jornalista me identifiquei muito!
ResponderExcluirVou segui-lá e parabéns!
;*
Só li esse hoje. A história é muito interessante, é claro. Mas o que me chama a atenção é a sua narrativa. Você vai e volta entre o real e figuras de linguagens que nos faz crer que estamos ouvindo você contando a história, numa mesa de bar. Costumo chamar esse tipo de texto de "auditivo", pois é possível identificar até a voz da pessoa narrando. Muito bom. Parabéns. Cada vez mais fã.
ResponderExcluirVc não sabe como me faz feliz com suas histórias. Volto a sonhar com jornalismo através delas. Me alimento delas para terminar minha faculdade esperando um dia exercer a profissão.
ResponderExcluirFico feliz de ver como foi sua luta e como tem crescido, entrando cada vez mais em rede. Que chique ter Leda Nagle como professora.
Se puder...
http://apenas-daniel.blogspot.com/
Graças a Deus um dia assisti uma palestra dessa jornalista, pude me apaixonar por ela, pelo seu envolvimento com a profissão, e hj, sou fã da Gross, no Twitter, no suspirada, na tv... e fico feliz quando no twitter responde simpaticamente a mim e a todos...
ResponderExcluirMuito sucesso pra ti!
http://apenas-daniel.blogspot.com/
Fiquei emocionada com a história e li para o meu marido, Orlando Júnior. Ele trabalhou com você na Globo, em 2009.
ResponderExcluirParabéns pelos seus textos. Sempre acompanho! =)
ResponderExcluirminha vó não tá mais na área... mas vou usar teu método na hora do vamos ver!
ResponderExcluirbeijo pra vc, mariana gross
To rindo aqui,da foto do seu post,rs...Os famosos "papagaios de pirata" que aparecem em todas as reportagens de TV do RJ,eles são incanssáveis!Só tá faltando o senhorzinho de terno,que por sinal anda muito sumido...Mariana,vc é uma réporter muito conhecida e respeitada,adoro ver teu trabalho.Bjs,parabéns pelo blog,textos deliciosos de ler!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirTexto fantástico. Me encontrei nele por muitas vezes principalmente quando disse: "Um pouco rápido, é verdade. Queria me livrar daquele momento. " Já passei pelas aulas de TELE e meu grande problema foi esse. Que bom poder ter um espaço como o seu blog para aprendermos um pouco mais com as suas experiências e ensinamentos. Um grande bjo
ResponderExcluirOlá, Mariana!
ResponderExcluirEmociante essa sua história!
Fico feliz por você, que pra mim é uma excelente repórter, uma das melhores da Rede Globo.
Sucesso na sua carreira!
Bjs!
Ahh Mary (: Ainda não tinha lido esse!
ResponderExcluirMe imaginei na situação!
Gelaria mesmo sabendo que já no segundo dia entraria ao vivo no Jornal da Globo!
Caramba, que emoção. E o jeito que você fala, os detalhes, parece que foi ontem, dá pra imaginar tudo com tanta clareza.
É... Acho que está no lugar certo, alçando locais cada vez mais altos pra uma profissional que me deixa sem palavras!
Espero um dia passar por isso também. E quando for minha hora, lembrarei de você.
Mariana, fiquei emocionada com esse seu relato. Mo formei há pouco tempo em jornalismo, sou fascinada pela profissão, mesmo que ainda não tenha conseguido "entrar" no mercado. Sua história me deu força para lutar cada vez mais, para alcançar meus objetivos profissionais e um dia chegar no topo da nossa profissão!Que é tão amarga às vezes, mas para aqueles que a amam tem um doce sabor!
ResponderExcluir"Magnífica" é MUITO a cara da D. Céu! Consigo visualizar a cena direitinho! rsrs. Adorei o texto, você está sempre magnífica!
ResponderExcluirBjss
Tive a honra de ouvir esta história da sua boca... Você contando pessoalmente é muito engraçado.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEsse nao deu pra segurar Mary, chorei feito uma babaca aqui com a historia... hahaha
ResponderExcluirLinda demais..
Muito bacana esse seu post!
ResponderExcluirNo dia em que for a minha vez, vou lembrar desse seu texto, certeza.
ResponderExcluirPs. no começo do texto, na parte da explosão em Bangu, lembrei daquele filme "Up Close and Personal". Já assistiu? A Michelle Pfeiffer é uma repórter que fica presa em uma penitenciária em razão de uma rebelião que estoura no momento em que ela gravava lá dentro. Tenso.
Bjs
Mariana, que post emocionante!
ResponderExcluirVim até aqui depois do seu Tweet sobre textos mais lidos no seu blog.
Sou repórter da Afiliada da Globo em Mogi das Cruzes (TV Diário) e sempre uso essa técnica de conversar com a câmera pensando em alguém próximo. Dá certo.
Parabéns pelo belo trabalho. Beijos!
Fiquei emocionada com este relato. Afinal, futuramente espero fazer parte desse mundo jornalistico, com conquistas e superações, a partir dessa profissão tão humana.
ResponderExcluirPs: Se vc foi da CBN, deve ter conhecido minha irmã (:
http://papel40kg.blogspot.com/
Lindi depoimento da sua primeira entrada ao vivo.Primeiro texto seu q eu leio e fiquei emocionado.Sabe quando vc lê um texto e acelera a leitura pq ele é eletrizante e vc quer q chegue logo o final ... Parabens pelo seu excelentre trabalho e tenho certeza q seus familiares e amigos sentem cada vez mais orgulho de vc.Parabens msm!!
ResponderExcluirHistórias interessantes, mas vividas em equipe. Por que não dar o nome das pessoas que estão ao seu redor na rua, nas matérias ? Um câmera com 30 anos de casa, não seria melhor escrever o nome dele ?
ResponderExcluirOlá "anônimo", você se refere à matéria da revista da TV, não é? Pois é, não fui eu que escrevi a reportagem. Eu fui a entrevistada. Durante a entrevista, claro que citei o nome do cinegrafista! Sempre cito! E, claro, valorizo muito os profissionais que trabalham comigo. Aliás, para sua informação, o nome do cinegrafista que me acompanhou na Serra é Marco Aurélio. Obrigada.
ResponderExcluirMARIANA SOU SUA FÃ!!!
ResponderExcluirVC SABE Q NA MINHA CASA VC TEM APELIDOS CARINHOSOS?? MEU PAI,MINHA MÃE, MEU MARIDO ,IRMÃO, ENFIM, ACHO Q VC É PARTE DA FAMÍLIA,VIU??
e COMO VC AGUENTA ESSES CHATOS Q FICAM INSISTINDO EM APARECER?? CARA!! ELES APARECEM EM TODOS OS LUGARES Q VCS ESTÃO! DÁ UMA RAIVA,VIU? E O PIOR É Q É NOTÓRIO Q ELES ATRAPALHAM VCS!MAS, VCS (DIGO TODOS OS REPORTERS COLEGAS SAUS DA CASA) TIRAM DE LETRA ESSES MANÉS!
bEM, FICA AQUI A MINHA ADMIRAÇÃO POR VC!! PARABÉNS!! VC SE SAI MTO BEM SEMPRE!!!
BJOS!
Puxa Mariana, fiquei emocionada ao ler seu depoimento aqui, lindo mesmo, e hoje nem dá para acreditar nisso, adoro suas reportagens, você acaba transformando tudo em diversão, rsrsrsr, sucesso viu!? Ah, e quando cruzar com você aqui pelo Rio, vamos tirar uma foto, rsrsrs, para que eu possa colocar no orkut, kkkkkkk, bjssss, Anaaaa
ResponderExcluirMary, agradeço por esse texto. Ou melhor, depoimento. Um texto repleto de docilidade e amor; ternura! E que, sem dúvidas, vai me inspirar para as atitudes na vida. Pois farei as coisas, também, para minha Vovó! Tudo o que fizer será para ela.
ResponderExcluirAproveito o comentário para dedicar-lhe alguns elogios, pois você é uma das melhores da atualidade. Curto por demais o seu trabalho e espero vê-la no lugar dos seus sonhos! Sê feliz; faça feliz!
Beijo grande! Adielson Agrelos
Mariana,
ResponderExcluirA postagem que mais me emocionou até agora. Adoro quando avós são citadas em textos. E você o fez de forma delicada, terna.
Sua avó deve ser muito orgulhosa de você, assim como seus amigos, pais e demais parentes.
Adorei quando você citou a Leda Nagle. Ela é incrível!! Adoro o 'Sem Censura'.
Sucesso em tudo que você fizer.
Beijo.
Mariana estou emocionado, sou seu fã!
ResponderExcluirSonho um dia ser um jornalista como você. Adoro suas matérias, admiro sua carreira, seu otimismo e sua descontração.
Parabéns.
ResponderExcluirSou estudante de jornalismo e me foco muito no seu trabalho. Sei que não tenho 1% do seu talento mas acredito um dia poder chegar a ter.
d+!!
ResponderExcluirMariana,Mariana,estou fascinado por seus textos.
ResponderExcluirQuanta emoção meu Deus,pareço que estou ali ao seu lado,revivendo este momento.
Que oportunidade excelente de conhecer seu trabalho,conhecer a história que me impressiona!!
A naturalidade e a qualidade com que você escreve,realmente me fascinam,aliás você é fascinante.
Que Lindo. Somente estas palavras.
ResponderExcluirAgora me emocionei!!!
ResponderExcluirNossa, Mariana!
ResponderExcluirEssa história é de arrepiar...
Parabéns pelo seu trabalho.
Sucesso sempre!
Nossa que mistura de sentimentos,tudo ali ao mesmo tempo...!E sem contar a última frase fiquei arrepiada dos pés a cabeça...parecia aqueles livros que tem vida!vc vai lendo se envolvendo ,e se surpreende da aquele suspiro e diz: que coisa linda...foi o que senti,parabéns.
ResponderExcluirMonique Hotz.
Seus textos são sempre tão confortantes e interessantes! Sempre estou por aqui e nunca consigo ler apenas um texto rs ... Parabéns pelo trabalho incrível, sucesso sempre :)
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